Olá, sejam bem-vindos ao meu Blog! Aqui as “historinhas” são coisa séria!

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Laerte Vargas

Contador de Histórias

Pesquisador de Literatura Oral

Facilitador de Oficinas

 


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14 comentários sobre “Olá, sejam bem-vindos ao meu Blog! Aqui as “historinhas” são coisa séria!

  1. Oi, Prof. Laerte
    Estava pesquisando sobre o assunto e encontrei seu blog, não tenho curso de contação de histórias, mas sou contadora de histórias bíblicas na minha igreja já por 20 anos, posso me considerar uma contadora de histórias? Por ter esse tipo de histórias no meu acervo? Estou escrevendo minha monografia, sobre o tema, posso direcionar a minha pesquisa para a área educacional? Tendo experiência de contação de histórias na área bíblica?
    Sua resposta será de grande valia para mim! abraço. Gilsoneide.

    • Pois é, Gilsoneide… Que coisa esquisita, né?!
      Você exerce um ofício há mais de vinte anos e, de repente, vem uma incerteza se é realmente detentora do título a que certamente faz jus.
      Isso tudo por conta de um boom da contação de histórias que fez com que uma arte tão simples se tornasse uma coisa do outro mundo que exige uma parafernália de recursos, de “técnicas”, de firulas, etecetera e tal.
      Pode sossegar seu coração, você deve ser uma das contadoras das boas, pois pra desdobrar essa atividade por tanto tempo é porque, sem dúvida, ela lhe alimenta e aconchega a alma.
      Não é pré-requisito ter feito um curso ou oficina para contar histórias. As amas, os contadores de causos lá dos tempos idos eram mestres na arte de narrar e, no entanto, seguiam apenas a intuição.
      É claro que os contadores urbanos necessitam de outras ferramentas e precisam estar atentos a outras demandas que o trabalho apresenta, mas o pré-requisito primordial é ter o coração aberto para receber as histórias.
      Você me falou também quanto à sua linha temática. Acho que o repertório de um contador deve ser eclético. Afinal, contar histórias é servir um banquete e quando você convida amigos para uma lauta refeição, não serve um prato só, não é verdade?
      Histórias mescladas das mais diversas culturas dão um temperinho,ó…daqui! Mas, se seu âmbito de atuação é o religioso e isso não a angustia, tudo bem.
      Quanto à sua monografia, acho que aí você deve ampliar mais a sua pesquisa. Ter como esteio a sua experiência, mas estabelecer outros fios que, com certeza, sua orientadora ou orientador saberão sinalizar.
      Um abraço bem apertado e boa sorte em tudo,

      • Obrigada Prof. por suas palavras, considero nesse momento preciosas, foi um anelo para mim, era o que mais precisava ouvir!
        Gostaria muito de fazer um curso do qual você ministra, será que um dia vem para Bahia nos prestigiar?
        Se não for possível coloque à distância, será ótimo também.
        Vou sempre acompanhar seu Blog e gostei das indicações de literaturas,que você deu para as outras pessoas participantes, pois algumas servirão para mim.
        Que nesse novo ano você possa contar mais do que 2011 histórias!
        Felicidades, abraço. Gilsoneide.

  2. Já estive na Bahia por 4 vezes pelo Proler.
    Sempre dependo do convite de uma instituição que viabilize minha ida.
    Mas São Cascudo cuidará de um próximo encontro, tenho certeza!
    Abraços calorosos,

  3. Olá, professor Laerte!
    Estava pesquisando o tema e encontrei o teu blog. Sempre gostei de ouvir estórias e escrever as minhas. Durante 20 anos trabalhei com crianças em igrejas evangélicas. Como fiz um curso de Fantoches escrevia e apresentava as estórias em igrejas, praças e festas de aniversário. Tenho alguns contos e fábulas engavetadas também. Mas, sempre achei que não tenho boas idéias nem escrevo bem. Por insistência de amigos publiquei meu primeiro livro de estórias para teatro de fantoches. Mas, acho que preciso aprender mais. Você da curso no Largo da Carioca também ou só em Botafogo? Para informações sobre valores e horários é só por telefone? Gostei muito do teu blog! Parabéns!!!

    • Prezada Quézia,
      Mantenho turmas maiores aos sábados em Botafogo, mas tenho a intenção de atender a grupos menores no Centro do Rio durante a semana à noite.
      Logo logo darei notícias pra você por e-mail.
      Grande abraço,

  4. Olá, prof, tudo bem?
    Da última vez que te escrevi, estava cheia de dúvidas acerca do tema da minha mono, mas acredite,você me clareou o caminho, e agora em dias de apresentar, penso que fiz um bom trabalho, pois me deu muito prazer em fazê-lo, e tudo que a gente faz com prazer sai bem feito, não é?
    Senti muita dificuldade de achar livros na biblioteca, específico de contação de histórias tive que comprar-los todos quanto precisei, só assim vou recheando minha biblioteca particular! Mas é uma pena que não tenha disposto nas prateleiras da Universidade para que alguns por algum motivo não esbarre, nessa tão maravilhosa, formar de comunicar, de aprender, de conviver! Outra coisa que lamento é que no curso que prepara profissional que vai lidar com crianças em formação, não tenha um grande movimento para despertar o contador que existe em cada um de nós!Todos somos contadores…. É um trabalho que depende de força de vontade individualmente falando…. eu lamento….
    Mas fica o aprendizado, e a certeza que por essas iniciativas as histórias e os contadores prosseguem iluminando o seu caminho(de quem conta) e os caminhos de quem ouvem.

    Desejo, que continue, encantado-se e encantando, abç.

    Segue abaixo minha epígrafe:

    No colo da vovó ouvi história de trancoso, no adolescer muito prazer na leitura, como contadora me fascinei, instiguei a meus filhos ao gosto pelos livros, até que a mais nova Gisele, contagiada por esse fascínio, é amante da literatura, viciada por histórias, entusiasmada pela hora do conto semente plantada, regada por mim, que hoje apenas retribuo as ações vividas na infância.
    Gilsoneide.

    • Que alegria, Gilsoneide, saber que a minha intuição serviu para lhe dar um norteador.
      Muito sucesso sempre!!!
      Sinto no seu texto o brilho de uma apaixonada e é desse amor pulsante que precisamos.
      São Cascudo a abençoe!!!

      • Obrigada, mais uma vez!
        esqueci de te perguntar. Em que livro posso ler sobre histórias de trancoso?
        Sobre os fundamentos históricos?
        Aguardo, boa noite!

  5. Querida Gilsoneide,
    As histórias de Trancoso têm esse nome por causa do autor português Gonçalo Fernandes Trancoso que escreveu o livro “Contos & Histórias de Proveito & Exemplo” no século XVI.
    Esse deve ser o ponto de partida para sua pesquisa. Garanto que vai ser muito instigante seguir a trilha dessa obra até o interior do Brasil.
    Visite também http://www.favascontadas.com.br/ e http://www.jangadabrasil.com.br
    Abraços calorosos,

  6. Caro professor Laerte,
    Fiquei feliz em encontrar seu blog.
    Gostaria de saber, se você já pensou em fazer um curso de contação de histórias pela internet. Aqui onde trabalho (Santa Cruz, RS) não há nada parecido.
    Grata por sua contribuição.
    Um abraço
    Ana Lúcia

    • Prezada Ana Lucia,
      Sim, já pensei e experimentei com dois candaditos esse formato.
      Acabei constatando o que já sabia: a arte de contar histórias requer proximidade, ela não parte de um conjunto de regras que, se seguidas à risca, garantirão o sucesso de uma sessão.
      O olhar, a troca, a interação são fundamentais em uma Oficina de Contadores de Histórias. E mais: compartilhar a história escolhida, das dinâmicas em grupo, usufruir dos laços que as histórias estabelecem…
      Hoje em dia, posso dizer sem medo de estar sendo leviano: desconfie dos cursos online sobre a arte de contar histórias.
      No entanto, presto assessoria à distância a contadores de histórias e agentes de leitura na formação de repertório. Informações: laertevargascontadorhistorias@gmail.com
      Abraços calorosos,

      • Realmente concordo contigo sobre os cursos à distância. E na área educacional então… fico pasma como o nosso país desvaloriza tal profissão. Porém não posso deixar de concordar que eles ajudam aqueles que moram no interior dos estados. Sendo uma “tentativa de democratização do ensino”. Fiz cursos à distância para concursos e aprovei. Claro que não fiz qualquer um, escolhi bem.
        Estou um pouco frustrada, mas entendo todos os teus motivos. Entrarei em contato via e-mail para conversar melhor.
        Grata pela resposta.

      • Preste muita atenção, Ana Lucia.
        Eu falei claramente sobre os cursos à distância sobre a arte de contar histórias pela proposta que a linguagem suscita.
        Quanto aos demais, acho a proposta válida e conheço amigos e alunos que estão se valendo (e muito!) desse recurso.
        Abraços calorosos,

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